Divulgação - Ego Editora

Novelitos hoje venho dar-vos a conhecer uma das mais jovens editoras do panorama nacional - a Ego Editora.


A Ego apresenta-se como uma editora que pretende atribuir à literatura uma nova personalidade e apresenta um objetivo bastante claro: "levar ao público a qualidade e excelência da literatura nacional."


No site da editora poderão encontras informações e contactos para que também o vosso trabalho possa ser publicado através dos seus serviços que não fazem distinção entre autores estreantes e veteranos, apenas a qualidade é requerida e poderá naturalmente ser encontrada em manuscritos de diferentes graus de experiência no ato de escrever.
De momento é possível adquirir alguns exemplares de clássicos da nossa literatura (imagem abaixo), mas em breve poderão encontrar novas apostas de novos autores com quem esta editora se prontificou a trabalhar, nomeadamente, Ana Clara Carvalho que está prestes a lançar o seu primeiro Policial e que gentilmente cedeu uma entrevista à editora que poderão consultar no site.
Poderão encontrar a editora através do seu site aqui ou da sua página de facebook aqui.






Divulgação - "Por Amor, Tudo (?) " de Cristina das Neves Aleixo - Capital Books





Sinopse:


Isabel e Afonso vivem, aos olhos de todos, o casamento perfeito, completo com a pequena Sofia. Mas à medida que Afonso se revela cada vez mais dominador e violento, Isabel descobre que o conceito de amor do marido é muito diferente do seu – para ela, cuida-se de quem se ama. Quando a escalada de violência de Afonso toma proporções insustentáveis, Isabel vê-se obrigada a utilizar todos os meios para se defender a si e à sua filha mas, num momento em que ele surge tresloucado, ela perde o controlo da situação...

Nesta estória de amor e violência, a autora reflecte sobre as várias nuances do sentimento amoroso: o amor próprio, o amor aos outros e, afinal, quais são os limites para se poder dizer que o que se faz é por amor. O título remete-nos, logo à partida, para a ténue linha que separa o certo do errado sendo, ao mesmo tempo, uma afirmação e uma interrogação.





Biografia:

Cristina Das Neves Aleixo é natural do Barreiro, onde cresceu. Já adulta, muda-se para Lisboa onde reside até hoje.

Exerceu as profissões de escriturária, recepcionista, tradutora, assistente de direcção, chefiou departamentos, foi empresária; brincou com a locução de rádio e aos modelos fotográficos e publicitários; mas a escrita é que a completava, desde muito cedo.

Tem formação em escrita criativa. 


Diz que, para si, escrever é como respirar: uma necessidade. Diz que talvez sejam os genes: é prima de António Aleixo. 


Publicou o seu primeiro livro, "Joaninha e o jardim encantado", com a Capital Books em Maio de 2015. Nele, a autora alerta as crianças, e também os adultos, para os valores da diversidade e da amizade.


Podem adquirir este livrinho no Continente (Ilhas e continental), na Bertrand, no El Corte Inglês, na FNAC, onde a autora fará algumas apresentações futuramente, e brevemente noutras livrarias. Se quiserem receber o livro comodamente em vossa casa também podem optar por adquiri-lo através da Bertrand Online, da Wook ou então através da página da autora aqui.


Convém ainda referir que ao comprar este livro estão a doar 0,50€ do seu preço à APAV e ajudar não custa.


A autora, como referido na biografia, tem ainda outro livro "Joaninha e o jardim encantado" que está disponível em todas as plataformas acima referidas e na amazon.uk. 


Não se esqueçam de deixar o vosso like e o apoio na página da autora brevemente teremos uma surpresa!!! 


Divulgação|| "Flashback – Memórias Esquecidas" de Orquídea Polónia - Chiado Editora


Sinopse

“O ar estava carregado, os meus sentidos alertavam-me que algo de negativo se passava lá. As paredes altas de cimento davam-me a sensação de estar presa. O chão de madeira a chiar debaixo de mim provocava-me arrepios.”
Após um misterioso acidente, Anabela acorda sem qualquer memória daquilo que teria sido a sua vida. Assim, vê-se envolvida num mar de incerteza e solidão, sem qualquer vestígio da pessoa que fora um dia. As suas novas amizades permitem-lhe ir descortinando o seu passado, encontrando toda uma vida prévia ao acidente: uma família, uma casa luxuosa e um marido. No entanto, aquilo que ela descobre também a coloca em perigo e as suas memórias tornam-se alarmes sonantes de um passado imperfeito. Deverá Anabela confiar na vida que tivera um dia e nas pessoas que lhe eram próximas? Ou deverá construir um novo caminho segundo o que lhe dita o coração?

Podem encontrar o livrinho no site da Chiado Editora, Wook, Bertrand, Fnac e em algumas livrarias locais.

Para saberem mais sobre o livro e o trabalho da autora coloquem o vosso gosto na página correspondente ao livro aqui.

Divulgação - "Os limites do Coração" de Patrícia Carreiro - Letras Lavadas Edições



Sinopse

Não era fácil gerir aquele dia-a-dia. A normalidade também pode ser um problema. E para Júlia era: um problema dos grandes. A rotina irritava-a, era só mais um cada dia que nascia. Até que surgiu aquele convite que poderia mudar tudo: e mudou. Enquanto professora de História, Júlia foi convidada pelo concelho da Ribeira Grande, na ilha de São Miguel, nos Açores, para leccionar um curso sobre a História daquela terra. As tradições e culturas daquela terra seriam a base do seu novo trabalho. Tendo raízes açorianas, a professora foi ao encontro de uma aventura e de uma nova experiência. A ilha tornou-se um lugar perfeito para viver, muito mais quando conheceu Afonso, um historiador de renome açoriano, que lhe poderia mudar a vida. Mas tudo mudou, novamente, quando ela o descobriu viúvo, pois, por algum motivo estranho, nunca lhe contara aquele facto. No entanto, nem ele sabe bem a verdade da história: a falecida mulher decide reaparecer e volta com um filho nos braços. Entre segredos que, também, Júlia tem e obrigações a que Afonso não consegue fugir, a história vai acontecendo num crescendo. Tudo culmina no dia das maiores festas da Ribeira Grande, as Cavalhadas de São Pedro, quando os laços dão os nós e Júlia e Afonso descobrem todas as verdades perdidas nos recantos desta história. 



Sobre a autora


Patrícia Carreiro é formada em Comunicação Social e Cultura, pela Universidade dos Açores. É colaboradora do jornal Açoriano Oriental e da revista online 9ID.
Já escreveu o romance A Distância que nos Uniu, com a chancela das Edições Macaronésia, o qual foi lançado em Novembro de 2009. Em 2011, lançou o seu primeiro livro infantil de nome Amizade a branco e preto, numa iniciativa da Associação Ilha em Movimento, com a marca da Publiçor. Em Setembro de 2013 apresentou aos seus leitores o seu terceiro livro, um romance, “O fio perdido”, o qual obteve a chancela da Pastelaria Studios Editora.
O seu objectivo na literatura é continuar – sempre e sempre mais – até se fartar de escrever (o que tem quase a certeza que não acontecerá).
Enquanto jornalista, já passou pela RDP e RTP Açores, Expresso das Nove e Jornal Diário.com.
Já foi representante da Chiado Editora e da Pastelaria Studios Editora e coordena o projecto EscreVIVER (n) os Açores.
O seu futuro – acredita – será ela a construí-lo. O seu futuro – tem a certeza – está nas suas mãos. O seu futuro – sabe – está a ser construído, com muita e muita garra!


Podem encontrar este livrinho à venda na Leya em Solmar, Wook e Bertrand Online 



Divulgação - "Broken- Despedaçada" de Tânia Dias - Chiado Editora



Sinopse

Assumir o seu papel como líder não estava nos planos de Alexia White, mas quando a sua mãe perde a vida num terrível assalto ao castelo, ela vê-se sem opções.

Num mundo onde os fracos se distinguem dos fortes pelos dons que possuem, Alexia está no topo da lista e precisa de aprender a lidar com os seus dons se pretende recuperar Starnyz das garras do traidor. Ian Bealfire, um homem que exala arrogância e prepotência por todos os poros, parece disposto a ocupar o lugar de seu Mestre.

Há quem diga que a jovem está destinada a salvar o mundo mas despedaçada pelas perdas que sofreu. Assombrada pelas memórias do passado, será mesmo capaz de salvar o mundo, quando nem a si parece ser capaz salvar?


Book trailer:




Podem adquirir este livrinho através do site da Chiado Editora, Wook, Fnac e Bertrand.

Para quem quiser saber mais sobre o livro e a sua autora podem encontrar mais informações na página de facebook do livro aqui.

Podem ainda seguir o livro e todas as novidades/opiniões no goodreads aqui.

E para quem tiver curiosidade em estar sempre em contacto com a autora em cima das novidades e claro conhecer algumas das personagens do livro podem aderir ao grupo que a mesma criou para partilharem ideias e conhecerem melhor este universo que criou aqui.



Divulgação - "Afogados no Nevoeiro" de Hugo Simões - Capital Books

Boa noite Novelitos!


Para abrir a nossa chuva de divulgações, tenho para vos apresentar/dar a conhecer o livro Afogados no Nevoeiro de Hugo Simões.





Sinopse:
"Quando dois casais de amigos, Patrício e Jéssica e Jimmy e Rita, terminam os cursos superiores, decidem tirar uns dias num abrigo de montanha, para descansar e preparar os novos desafios profissionais que se avizinham. Mas as expectativas de descanso dos jovens depressa de dissipam, à medida que um estranho nevoeiro se vai acercando do abrigo e os vai envolvendo, originando comportamentos estranhos que os levarão ao limite da luta pela sobrevivência. Afogados no Nevoeiro é um thriller psicótico onde, através do horror, o autor agarra do leitor e o leva a questionar o sentido da sua própria existência.



Este é o primeiro livro da trilogia "Afogados no Nevoeiro" e encontra-se neste momento em vários tops de vendas nacionais, nomeadamente no 1º lugar do top de vendas do género Policial/Thriller da Bertrand Editores e no 3º lugar dentro do mesmo género na Wook.

Podem encontrar este livrinho na Wook, Betrand, Amazon e Capital Books.

Se quiserem saber mais sobre o livro ou sobre o seu autor visitem a página da trilogia aqui. Coloquem o vosso gosto e não deixem de ler, partilhar e dar o vosso parecer sobre a história.

Opinião - "Amor, Traição e Kizomba" de Adelaide Miranda - Capital Books

Olá Novelitos!!!

Após uma ausência bem acentuada de opiniões venho finalmente retomar o ritmo das mesmas.

Decidi iniciar a época de verão com um livro bem quente e ritmado, falo claro de Amor, Traição e Kizomba da autora Adelaide Miranda.



Sinopse:

David sofre com um casamento à beira do fracasso, desgastado pela impossibilidade de terem filhos.

Desesperado para reconquistar a sua esposa, inscreve ambos numa escola de kizomba, na esperança de que a antiga paixão da sua mulher pela dança faça o milagre de reaproximá-los.

Mas David cedo se apercebe que a batalha que trava é mais complicada do que julgava.

Será que a kizomba vai reaproximar o casal ou será que o antídoto se vai tornar, afinal, em veneno?

Opinião

Quando recebi este livro na minha caixa de correio senti um misto de emoções. Foi uma surpresa agradável ir à caixa de correio e encontrar lá este exemplar, até porque já há imenso tempo que queria ter a oportunidade de ler (fisicamente) uma obra desta autora, no entanto, senti-me de certa forma desconfortável com o facto de a narrativa se desenrolar num ambiente maioritariamente preenchido pela indústria musical ligada à Kizomba. 
Quem me conhece sabe que tenho dois pés esquerdos e talvez por isso me deixe intimidar por ritmos musicais que se caracterizem pela exploração e execução de dança de pares. Parti completamente para o desconhecido, se me perguntassem se eu sabia o que era estar numa aula de Kizomba eu dizia logo que estavam doidos, no entanto, devo dizer-vos que o desenrolar desta narrativa acaba por despertar algum interesse em participar numa ou simplesmente espreitar para ver se o ambiente é realmente tão leve e despreocupado.
Amor. Traição e Kizomba centra-se, principalmente, na relação conjugal das duas personagens principais, David e Deborah, que vêem o seu casamento a atravessar uma fase bastante conturbada devido a alguns acontecimentos que vamos descobrindo ao longo do livro (não vos quero dar spoillers).
Devo dizer-vos que o facto de a narrativa se desenrolar exclusivamente pela perspectiva masculina da relação se tornou de certa forma um entrave à criação de empatia com as personagens principais, isto é, senti que se o livro fosse narrado na 3ª pessoa não teriam surgido tantas dúvidas sobre o enredo e a personalidade das personagens principais.
David é uma personagem que foi criada para transmitir ao leitor todas as inseguranças que a incerteza e ausência de comunicação numa relação que já se estende há 20 anos podem provocar. Senti que esta personagem vivia constantemente com medo de se afirmar por temer perder aquela que sempre foi a sua mulher de sonho e talvez por isso eu tenha acabado por me irritar tantas vezes com ele durante a leitura. Houve uma ligeira vontade assassina de entrar nas páginas do livro e abanar a personagem, pareceu-me tantas vezes atónico e manipulável que acabou por me fazer torcer para que tudo desse errado e ele tivesse um click para se afirmar na sua própria história.
Do outro lado da moeda temos Deborah e posso dizer-vos que não consigo encontrar justificação para o tipo de pessoa que esta personagem se mostrou ser. Entendo perfeitamente que tantas dores acabam por retorcer a nossa personalidade e nos tornem de certa forma mais frios, calculistas e solitários, mas esta mulher supera qualquer limite. Arrisco-me a caracteriza-la como inconstante ou até mesmo bipolar. Havia nela uma certa maldade, uma certa necessidade de constantemente humilhar e repisar o seu companheiro e sinceramente mesmo após o clímax do livro e de toda a mudança que a autora operou na sua construção e fluidez, ainda hoje, eu não consigo gostar minimamente dela. Deborah é uma mulher que facilmente explode sem olhar ao que a rodeia, isto é, constantemente assistimos a explosões de raiva que vão atingir diretamente David ao ponto de o fazer sentir como um nada e pior que isso, é não haver a mínima preocupação da mesma em minimizar os possíveis estragos que possa causar, no entanto, passada a fúria corre para os braços do marido e pede desculpa lavada em lágrimas. Isto foi dos pontos mais negativos que encontrei no livro, esta bipolaridade na sua personalidade fez com que eu não acreditasse que realmente se tratava simplesmente de uma mulher sofrida que não conseguia ultrapassar as suas mágoas, não senti amor, não senti qualquer tipo de arrependimento nas suas ações, apenas a consigo classificar como bipolar e manipuladora. Tenho a certeza que a autora procurou dar várias facetas à personagem de forma a que o leitor conseguisse visualizar toda a dor que a rodeava e até que ponto um ser humano pode ir para se sentir livre e sarado, no entanto, não consegui sentir a redenção que os últimos acontecimentos da história lhe foram atribuindo.
Relativamente às personagens secundárias tenho a dizer que em parte gostei bastante delas, tirando claro as que é suposto não gostarmos, no entanto, penso que precisavam de ser melhor exploradas para que o leitor conseguisse criar uma relação com as mesmas e esperar que a sua aparição mexesse realmente com a trama. De salientar que todas as personagens apresentam uma construção sólida, percebe-se bem quais são as intenções da autora, no entanto, a sua exploração e enquadramento não foram totalmente bem conseguidos e isso acabou por criar em mim uma certa desconfiança em relação às personagens secundárias e um misto de amor/ódio em relação às atitudes das principais.
Como referi no inicio desta opinião, o livro desenrola-se num ambiente proliferado pelos ritmos quentes da Kizomba e para quem realmente aprecia este tipo de música é capaz de encontrar neste pequeno livrinho um escape para a sua imaginação mais musicada. As descrições são feitas de forma a que o leitor tenha vontade de experimentar e permitem uma visão não só intrínseca mas também periférica de tudo o que se passa em redor dos pares que partilham a mesma sala de ensaios  o que permite que apesar de estarmos sempre a vislumbrar o desenrolar da história pelo olhar de David sejamos capazes de inferir sobre o que estará a passar pela cabeça dos outros personagens através da descrição, principalmente, da sua linguagem corporal.
Gostaria de fazer menção ao cuidado que a autora teve ao fazer referência a obras de autores portugueses, nomeadamente Ana Silvestre, uma vez que acabou por permitir a divulgação do trabalho destes colegas através da leitura do seu próprio livro. Outra curiosidade que gostaria de mencionar é o facto de este livro ser uma verdadeira Playlist de Kizomba. Vários são os momentos na narrativa onde a autora brinda o leitor com uma sugestão sonora para os acontecimentos narrados e isso acaba por permitir que o leitor se sinta enquadrado na história e sinta mais a essência da dança de Kizomba. Mais uma vez são-nos apresentados artistas e grupos reais, alguns bastantes conhecidos do público como Badoxa e outros mais anónimos que com a leitura deste livro acabam por se tornar conhecidos de quem folheia este livro, afinal é impossível lê-lo sem ter curiosidade de ouvir a música sugerida e imaginar a cena narrada na nossa cabeça.
Para finalizar, gostaria ainda de dizer que adorei a escrita da autora, muito leve, fluída e acima de tudo correta. Poucos foram os erros encontrados neste livro e mesmo os que foram aparecendo tratavam-me maioritariamente de gralhas editoriais.
Só tenho a apontar que o final se desenrolou muito rápido e o ritmo de leitura quebrou-se um pouco a 2 capítulos do fim, principalmente porque senti que houve pouco distanciamento entre o problema, a sua resolução e posterior redenção.
Amor, Traição e Kizomba é um livro para quem gosta de se deixar levar por ritmos quentes e que não tem medo de se aventurar pelo desconhecido.

O livro conta ainda com uma música que foi composta para servir como sua banda sonora, deixo-vos aqui o audio, mas dou-vos um pequeno conselho: oiçam apenas quando passaram do meio do livro ou mesmo no seu final. A música enquadra-se perfeitamente neste enredo e acabo por levantar um pouquinho o pano.




Resta-me só agradecer à Adelaide pela sua amabilidade e generosidade e desejar-vos a vocês umas boas leituras :p Espero que este livro venha a fazer parte de algumas das vossas estantes ;)

Beijinho e boas leituras*





Passatempo de Aniversário Emaranhado de Palavras

Boa tarde Novelitos!!!

O blogue fez 6 anos no passado dia 6 de Julho, por isso, decidi aliar-me novamente à Rleite e aos autores (Natacha e Bruno Silveira) do livro Segredos de uma Ilha para vos dar uns miminhos.
Ao participar neste passatempo estarão a habilitar-se a ganhar um exemplar do livro "Segredos de uma ilha" e a um pack de 15 marcadores desenhados pela Rleite que vão poder pintar!!

Seguem as imagens dos prémios



Sinopse:

“As gigantescas pás rodavam com o vento, projectando sombras fantasmagóricas sob o luar, iniciando-se um coro de uivos. Se alguém estivesse observando veria os vultos dos lobisomens enquadrados nesta paisagem mágica, uma celebração do fantástico de rara beleza e perigosidade”.




O passatempo será realizado através do site Rafflecopter como já tem vindo a ser hábito aqui no meu cantinho.

Regras e dicas do passatempo:
 - É obrigatório ser seguidor do blogue;
- É obrigatório gostar das páginas do blogue, do livro e da Rleite;
- Podem participar 1 vez por dia desde que façam uma nova partilha;
- Os autores, parceiros e blogue não se responsabilizam por eventuais extravios do prémio;
- Podem participar pessoas de Portugal Continental e das ilhas;
- O sorteio será efectuado através do Rafflecopter, o vencedor será contactado em seguida e terá 3 dias para responder ao email, caso não o faça, o prémio será atribuído a um novo vencedor;
- O passatempo começa hoje e termina no dia 8 de agosto pelas 12 horas

a Rafflecopter giveaway


Espero que gostem dos prémios e que participem muito!!!


Beijinhos e boas leituras :)

Á conversa com...Dud@

Boa tarde Novelitos!


Como é do vosso conhecimento participei na apresentação do livro "Elfanos - O legado" da autora Dud@ à comunidade bracarense na livraria Note!

O evento decorreu no passado sábado e contou com a presença de inúmeras pessoas que embelezaram este final de tarde não só com a sua presença, mas também com a sua boa disposição.
Finda a apresentação do livro, combinei com a autora a realização de uma pequena entrevista que agora vos apresento para que fiquem também a conhecer melhor a menina que está por trás de um livro que tem vindo a ganhar espaço nas bibliotecas dos portugueses e o mundo que esta criou para tentar encantar o seu leitor.



Emaranhado de Palavras: Em primeiro lugar, obrigada pelo convite e pela disponibilidade para responder a esta pequena entrevista. Muita gente gostaria de entender o nome que usas para te identificares nesta tua carreira de escritora. Porquê Dud@? E por que razão escolheste colocar um @ no final e não um a?

Dud@: Nunca me tinham perguntado o porquê de utilizar um arroba no fim, mas existe uma primeira vez para tudo. Utilizo Dud@ como nome de autora porque me chamo Marlene Eduarda e sempre me trataram por Duda, quanto ao arroba no fim, simplesmente achei engraçado e diferente, por isso, acabei por colocá-lo.

EP: Quem é a Dud@?

D: A Dud@ é uma jovem escritora que ambiciona chegar mais longe, ainda não sabe se vai chegar, mas acredita que com a sua determinação haverá essa possibilidade.

EP: Como tem sido a tua experiência no mundo da literatura?

D: Há coisas boas e coisas más, mas no geral tem sido muito boa. As opiniões têm sido boas e a procura também tem sido melhor do que estava à espera. Tenho vindo a subir o ranking da Wook e isso demonstra que tem havido uma boa aceitação e uma constante procura.

EP: "Elfanos - O legado" é o 1º livro de uma saga que pretendes fazer chegar aos teus leitores. De onde surgiu a ideia de criar este mundo élfico?

D: Pode parecer um bocado estúpido, mas começou quando estava a brincar no monte dos meus avós e caí. Comecei a perguntar-me " Se eu estivesse a fugir, de que estava a fugir?" e foi a partir daí que comecei a pensar como poderia recriar os elfos que imaginei e as criaturas mitológicas que aparecem e os acompanham no meu livro.

EP: Olhando para o livro que hoje apresentámos. Se voltasses atrás, mudarias alguma coisa? Porquê?

D: Acho que não. Acho que aquilo que eu precisava de mudar aconteceu mesmo no segundo livro, ou seja, ter partido a história no sítio onde o primeiro livro finda, fez-me perceber que havia algumas coisas que teriam de ser alteradas futuramente.

EP: Existe alguma personagem ou cena da narrativa que te seja difícil de explorar ou concretizar?

D: Há várias cenas mais difíceis de escrever que outras. Por exemplo, as cenas sexuais são complicadas de recriar sem que pareçam de certa forma "porcas" e isso acaba por me dar algum trabalho extra.


EP: Sentes que este livro foi bem recebido pelo público?

D: Mais ou menos. Como sou portuguesa e jovem isso acaba por se tornar um motivo para não adquirir o livro. O que não quer dizer que mais tarde as pessoas não venham a adquirir o livro e até se surpreendam por gostar dele. Sinto que há uma certa desconfiança porque sou portuguesa e tão "menininha". 




EP: Como sabes tenho lido algumas opiniões sobre o teu livro e noto que alguns leitores tendem a desdenhar um pouco a história por se passar em Portugal e ser povoada por nomes tipicamente portugueses. Sentes-te pressionada para alterar futuramente a tua história para algo mais internacional ou manter-te-ás fiel às origens que criaste e ao sonho de querer levar mais longe o que é criado e inspirado em Portugal?

D: Estou perfeitamente confiante naquilo que fiz e nas minhas personagens. Eu criei tudo de raiz há muito tempo, não foi algo do dia para a noite, demorou vários anos e foi uma das primeiras histórias que criei. Na altura, senti que não tinha maturidade para escrevê-la, por isso, é que só a decidi editar agora, foi algo que a partir de certo ponto eu não pensei que estaria pronta para concretizar.
Relativamente ao facto do nome das personagens ser em português e o local onde decorre a ação ser em território nacional ( local esse que nunca revelo, o leitor apenas sabe que se passa no nosso país)eu só tenho a dizer que estou a "puxar a brasa à minha sardinha", não na totalidade vá porque seria estranho apresentar elfos com nomes totalmente portugueses. Se um americano ou um inglês utilizar um nome tipicamente inglês ninguém estranha, o mesmo não acontece quando uma autora portuguesa utiliza aquilo que é seu e a rodeia e de certa forma estão apenas a retratar e a utilizar o que é seu.
Todos nós temos um trabalho contínuo a manter e eu irei manter a minha nomenclatura.


EP: Para finalizar, sei que o segundo livro está para breve. Podemos saber um bocadinho mais sobre a continuação da aventura de Joana e companhia?

D: Posso dizer que estou um pouco assustada porque tem lá coisas que eu nunca pensei que iria escrever, mas que me deixam feliz por fazê-lo porque estão a sair bem, no sentido, em que eu escrevo, leio e não digo " Eu não faria isto".
Muita coisa vai mudar, como disse parece que a história foi interrompida naquele momento com o propósito de ser alterada. Eu já tinha os planos todos feitos e resolvi pôr tudo de lado e pensar " Se é para ali que queres ir, mas estão fartos de te questionar e tu sentes que és capaz de fazer algo de que não estão à espera por que não arriscar?". Comecei a questionar-me e acabei por desenvolver uma nova história a partir da ruptura do primeiro livro.
Estou confiante que ou vai ser muito bom ou realmente péssimo, mas vamos ver como as primeiras pessoas vão reagir e que opiniões irão surgir dessas leituras.




Termino assim este post diferente, espero que tenham gostado de conhecer melhor a autora e que de certa forma vos tenha aberto o apetite para ler este livrinho fantástico. Foi um prazer participar nesta apresentação e ter tido a oportunidade de conhecer pessoalmente a autora. Foi sem dúvida uma tarde bem passada e um serão muito divertido!


Boas leituras*
























Divulgação - "Para sempre não é muito tempo" de Carolina Pascoal - Capital Books

Bom dia Novelitos!

Hoje venho apresentar-vos mais um livrinho do catálogo da Capital Books.



Sinopse:


Quanto tempo dura para sempre?
Gonçalo é um advogado de quarenta e seis anos que entra numa depressão pegajosa e sombria quando Leonor, o amor de toda uma sua vida, decide sair de casa sem hipótese de reconciliação e lhe pede o divórcio.
Desesperado e cansado de travar uma luta contra a própria solidão, Gonçalo decide pôr termo à vida e em certa madrugada conduz até à Ponte de Santa Clara em Coimbra para se atirar às águas do Rio Mondego. Mas é nesse momento que a ouve. Uma voz fina mas melódica, ofegante, que se atravessa em todo o silêncio que até então fora a sua única companhia. A voz de Francisca, que segura na alma e no coração o poder das segundas oportunidades. A consciência de que vamos sempre a tempo de ser felizes outra vez. Mas se o destino quis que a Francisca aparecesse naquele momento, continuará a querer que fique durante muito tempo? Será forte o suficiente para encerrar um capítulo tão longo, de um amor que se recusa a perder-se nas amarras do tempo?
Para sempre não é muito tempo é uma história de amor, e como todas as histórias de amor é semelhante, embora única. Por não haver dois dias iguais, duas pessoas iguais, dois amores iguais. Traz-nos as dúvidas, os recuos, os desvios e as paragens dos corações apaixonados, enquanto nos mostra que ainda assim “para sempre não é muito tempo, quando para sempre é a única opção possível”.


Não se esqueçam de fazer uma visita à autora na sua página de facebook aqui , deixem o vosso gosto e a vossa apreciação sobre o livro :)

De momento o livro apenas pode ser adquirido através da Capital Books, aproveitem!


Boas leituras*

Divulgação - "Mors Tua, Vita Mea" de Vanessa Santos - Chiado Editora

Bom dia Novelitos

Após uma pequena ausência, venho dar-vos a conhecer mais um livrinho.




Sinopse


Sou a Sara, e estou agoniada, desesperada, com suores frios, o mundo ganhou profundidade, está calor, não, é frio, estou tonta. Tirem-me daqui, por favor.
É assim que se inicia o relato de Sara, a rapariga mais comum da cidade de Leiria. É-lhe transmitido pelo seu chefe um segredo de família que lhes trará dificuldades e mudanças.
Em pouco tempo, Sara verá a sua vida dar uma volta de 180º, viverá momentos de pânico, medo e de pura paixão.
Trata-se de um relato divertido, que descreve o desenrolar da trama de uma forma leve, dando a conhecer o ponto de vista de uma jovem na casa dos vinte anos e no auge da sua imaginação, descrevendo as cenas que vive com à-vontade e humor.


O livro pode ser comprado no site da Chiado Editora em formato papel ou ebook.


Opinião - "As Guardiãs do York" de D.M.M. Ribeiro - Chiado Editora

Boa tarde Novelitos!!!

Hoje é dia de sair mais uma opinião aqui no blogue.


Sinopse

“Olhos castanhos são da Terra,

Azuis do Mar.
Cor de mel do Fogo
E cinzentos do Ar”.
“Por fim,
Olhos verdes deverão existir
Para a máquina
Energia poder produzir”.

Opinião

Quando a autora me contactou para que fizesse uma apreciação crítica deste livro, eu não sabia bem o que me esperava até porque a sinopse, à primeira vista, não nos diz muito sobre o conteúdo do livro.
As Guardiãs do York é um livro de fantasia que se passa num mundo alternativo ao nosso, onde o tempo, a evolução e a magia são diferentes do que estamos habituados a visitar. Devo dizer que me foi extremamente difícil perceber em que época/mundo se passava a história, sim é verdade que temos logo no inicio a apresentação do nome da localidade onde decorre a narrativa, mas creio que a apresentação de certas especificidades me deixou bastante confusa o que por sua vez atrasou ligeiramente a minha leitura.porque não me conseguia situar no tempo e espaço do decurso da narrativa.
Relativamente às personagens, tenho a dizer que gostei no geral da sua construção e das suas personalidades, no entanto faltava-lhes alguma coisa que me fizesse criar empatia com as mesmas. Penso que faltou espaço à autora para desenvolver melhor cada uma das personagens e suas especificidades.
A linha de pensamento da autora é bastante interessante, aliás toda a ideia por trás da escrita deste livro, a meu ver, está muito bem pensada, no entanto e novamente devido à curta extensão da obra, acho que se perdeu um bocadinho a essência porque os acontecimentos iam-se atropelando e principalmente no final do livro senti que estava a ser literalmente atropelada por um camião. Havia muita coisa a acontecer, muita coisa por perceber e no final muita coisa ficou por dizer.
Devo admitir que achei o livro um bocadinho previsível, não vos vou dizer que é mau porque não é, mas à medida que a narrativa avançava eu fui desvendando alguns dos mistérios através da minha intuição o que acabou por estragar um bocadinho aquele impacto que a autora pretendia criar quando chegássemos ao final do livro.
O livro lê-se bem e a escrita é bastante levezinha. Tenho de salientar que a autora tem um sentido de humor que eu aprecio muito, ri-me bastante de alguns momentos e sinceramente acho que foi o que mais gostei de toda à história à excepção talvez da misticidade que lhe foi conferida.
Posso dizer-vos ainda que não gosto da capa, entendo a sua intenção, mas não acho que faça jus à obra e ao seu conteúdo, além de que se apresenta um pouco desfocada.
Nota negativa para a revisão do livro, seja pela editora ou autora. Este livro está carregado de erros ortográficos e gramaticais que dificultam e muito a leitura do mesmo, por isso, se o forem ler não se irritem e tentem corrigir mentalmente os mesmos, foi o que fiz.
As Guardiãs do York é um livro para os amantes de fantasia que precisa de uma continuação que dê ao leitor mais informação sobre o mundo/personagens e história e à autora espaço para desenvolver melhor as suas ideias porque tem potencial para tal .

Muito obrigada à autora por esta oportunidade. Fico à espera da continuação ;)

Beijinhos e boas leituras*

Retalhos da Imaginação #1 - Opinião "O Gato do Chapéu" + " Ovos verdes e presunto" de Dr.Seuss - Booksmile

Já há algum tempo que tenho vindo a pensar partilhar mais livros infanto-juvenis e ilustrados convosco, mas nunca tinha realmente arranjado o tempo necessário para me dedicar a esta ideia, no entanto, hoje consegui um espacinho na minha agenda para vos vir apresentar esta nova rubrica.


A rubrica Retalhos da Imaginação tal como referi acima, nasceu da necessidade de criar um pequeno espaço aqui no blogue dedicado aos livros direccionados para o público mais jovem e com o qual vou tendo a oportunidade de trabalhar devido à minha formação profissional (que ainda não acabou, julho chega rápido por favor!!). Engane-se porém quem pensa que estas preciosidades apenas se destinam aos mais novos, o bom dos livros desta categoria é que sempre têm algo para ensinar e para ser desfrutado até ao fim das nossas vidas.
Agora perguntam vocês : - Ana por que diabo escolheste este nome para a rubrica?
Bem, a resposta é bastante simples. A ideia é que se vá criando uma manta (imaginária) onde se vislumbre cada uma das histórias/contos que vos vou trazer, isto é, podemos dizer que se tratará de uma espécie de manta de retalhos que vamos construindo a partir da experiência que vou tendo do contacto com estes livros e que será partilhada convosco para que também fiquem a conhecer melhor este meu outro lado mais infantil e quiçá profissional (vou tentar, mas não prometo).

Sem mais demoras e para abrir com chave de ouro este novo espaço, trago-vos não um, mas dois livros de um dos mais conhecidos escritores de literatura infantil de todo o mundo - Dr.Seuss.



Para quem não conhece este autor ou não o consegue associar a nada que tenha povoado a sua infância, lembrem-se do clássico "How the Grinch Stole Christmas" ou como ficou mais conhecido cá em Portugal " Grinch" protagonizado pelo actor Jim Carrey. Vou deixa-vos aqui uma imagem do poster do filme, mal se apercebam que é aquele monstrinho rezingão verde que não gosta do Natal certamente que se conseguirão ligar ao trabalho do autor.
Agora que já vos situei mais ou menos no tipo de recordação que o nome Dr.Seuss vos pode trazer, convém dar-vos a conhecer o senhor e, para isso, vou pedir emprestada a biografia disponível nas nossas edição portuguesas da chancela editorial BookSmile.




Theodor Seuss Geisel


Dr. Seuss (1904-1991) é um dos mais queridos autores de livros infantis de todos os tempos, tendo sido traduzido para mais de 30 línguas e publicado mais de 60 títulos.
Que Amigo Levo Comigo? é a última obra do autor, descoberta recentemente. É com este livro que a Booksmile inicia a publicação das obras de Dr. Seuss, estando três obras previstas para lançamento em 2016: The Cat in The Hat, Green Eggs and Ham e How The Grinch Stole Christmas.
( biografia retirada dos livros e site da Booksmile, podem consultar a mesma aqui)
Para além da grafia
Como leram na biografia acima transcrita Theodor Seuss Geisel é conhecido não só pela construção de histórias infantis, mas também pelo seu gosto e trabalho de ilustração. A arte deste autor é maioritariamente representada através de aguarela em bristol ( segundo a Rleite que é expert na área, trata-se de uma espécie de cartão ou cartolina próprio para ilustração), no entanto, Dr.Seuss também brinda os seus leitores com alguns rabiscos desenvolvidos através da utilização de tinta, pintura a óleo, acrílico e caneta.
As suas ilustrações apresentam poucos elementos de fundo e é desenhado sempre numa perspectiva de criar distância e profundidade na ilustração.
As figuras são um pouco bizarras e parecem-se umas às outras de livro para livro o que acaba por se tornar numa espécie de imagem de marca que nos ajuda facilmente a identificar quem é o seu criador.
Gostaria ainda de salientar que este autor sempre teve muito cuidado na escolha da sua paleta de cores, isto é, apesar de apresentar pouca coloração, sempre optou por apresentar ilustrações onde as cores mais vibrantes primassem, de modo a captar a atenção do jovem leitor.
Nos livros abaixo mencionados poderemos ver um desses exemplos, em " O Gato do Chapéu" podemos encontrar ilustrações coloridas a vermelhos e azuis saturados que foram especialmente escolhidos para captar e manter a atenção das crianças da faixa etária dos 6 anos de idade no decorrer da narrativa.
Ficam aqui alguns exemplos de personagens presentes no livro "O Gato do Chapéu" para que possam observar a utilização da paleta de cores e a forma que este autor/ilustrador atribuía às suas personagens tão características.


Felizmente consegui agarrar 2 livrinhos deste autor para opinião e agora venho dizer-vos o que achei e com o que podem contar se os decidirem adquirir.


  • O Gato do Chapéu
Se acham que o Grinch é conhecido, então deviam espreitar o que se sabe e fez com a história presente no livro "O Gato do Chapéu". Este livro já foi adaptado ao cinema e de momento encontra-se a passar nas televisões norte americanas sob o formato de série animada.
Neste livro é-nos apresentado um problema bastante comum nos nossos dias (principalmente nestes últimos meses, obrigada S.Pedro!). 
Duas crianças encontram-se sozinhas em casa, sentadas à janela a observar a tempestade que se faz sentir naquele dia e não conseguem deixar de se sentir aborrecidas porque não têm nada para fazer e tudo o que gostariam de fazer dependia de melhores condições atmosféricas. No meio de todo o aborrecimento aparece um personagem muito bizarro que lhes quer mostrar que é possível encontrar diversão desde que eles queiram e se sintam capazes de arriscar fazer algumas tolices.
Este livro está recheados de situações extremamente engraçadas e as próprias personagens vão marcando a sua personalidade ao longo da narrativa.

De um lado temos dois irmãos que não sabem bem o que achar de todas as peripécias a que assistem e do outro  temos um peixe que vai ditando algum limite de ação a partir do seu aquário, funcionando quase como um o grilo do Pinóquio, que os vai alertando para a iminência de estarem prestes a tomar  uma decisão errada que mais tarde lhes vai trazer consequências pouco agradáveis.
Achei extremamente engraçado ver a oposição da personalidade despreocupada do Gato com a autoritária do Peixe que apesar da sua posição na cadeia alimentar tenta expulsar o nosso amiguinho e impor-se dentro de casa.

O Gato do Chapéu é um livro com duas morais, uma que vamos conhecendo durante a narrativa e outra que no final é claramente apresentada como uma espécie de conclusão acabando por se tornar no lição que a criança tira quando o livro é terminado.






  • Ovos verdes e presunto

Neste segundo livro são-nos apresentadas duas personagens bastante distintas: o Sam Eu Sou e o seu amigo (não tem nome).
Existe uma grande disparidade entre as duas personagem principalmente no que toca à sua forma de estar, isto é, o Sam Eu Sou é uma personagem bastante insistente que não quer desistir do objetivo de mostrar ao amigo que ovos verdes e presunto são de facto um petisco enquanto que do outro lado temos um amigo rezingão que se recusa sequer a provar.
Pelo que escrevi no ponto acima, não é dificil perceber qual é a mensagem que o autor pretendia transmitir com esta história e no final garanto-vos que se a história for bem contada e explorada com crianças que se encontrem na faixa etária ideal para o primeiro contacto com este livro, elas serão capazes de vos dizer que não devemos dizer que não gostámos sem primeiro provar.
Para vos ser extremamente sincera gostei muito mais deste livro que do anterior, pareceu-me menos confuso apesar de por vezes se tornar repetitivo e um pouco cansativo de ler.

Tenho a certeza que alguns de vocês se vão claramente identificar com o amiguinho do Sam Eu Sou porque todos nós temos aquele amigo que nos está sempre sempre a chatear para que façamos algo que ele espera que seja feito e nós acabamos por ficar tão saturados da conversa que acabamos por ceder e atender ao pedido, portanto acho que este livro acaba por se tornar um espelho de alguns momentos das relações e situações que vamos partilhando com amigos e familiares ao longo de toda a nossa vida.


Para finalizar esta opinião, falta-me apenas falar sobre o material dos livros e alguns aspectos mais específicos deste género literário.
Ambos os livros são de capa dura o que lhes confere uma maior resistência e permite que as crianças os consigam manusear sem os estragar com facilidade. Gostava só de dizer que o material das páginas é pouco adequado para o trabalho desenvolvido por educadores/professores e contadores de histórias. Não sei se sabem, mas temos a tendência de virar o livro para as crianças e ler por cima enquanto vamos virando as páginas, por isso, é imperativo que as páginas sejam facilmente viráveis à passagem dos nossos dedos para não quebrar o ritmo da hora do conto e eu senti que nestes livros não era fácil virar as páginas na posição em que me encontrava.
Relativamente à marca dactilográfica (disposição do texto e tamanho do mesmo) este encontra-se normalmente abaixo/acima das ilustrações ou enquadrado nelas, sendo que o seu tamanho é normal, mas a extensão das palavras, em alguns momentos, varia e dá uma sensação de rapidez, abrandamento, aumento ou diminuição de determinada coisa/momento/verbo criando assim vários ritmos de leitura e conferindo uma certa dinâmica às histórias.
O texto é semelhante a uma lengalenga, ao inicio pode parecer estranho, mas vai entranhando. Certamente que na língua oficial fará mais sentido, mas não deixa de ser uma estratégia interessante para captar o interesse dos leitores, afinal enquanto lemos parece que cantamos.
Admito que é difícil ler estes livros, há poucas paragens para respiração, o ritmo da leitura é quase alucinante, mas no fundo é isso que atribui a estes livros a sua dinâmica e acima de tudo provoca alegria durante a narração.
As guardas finais e inicias destes livros são iguais e apenas nos apresentam as personagens que realmente vão trazer a moral à história, isto é, é quase uma apresentação da personagem que vai mexer com a mentalidade do leitor e no final ensinar-lhe algo.




Só vos posso dizer, leiam-nos, partilhem-nos com toda a vossa familia que não se vão arrepender, mas se me permitem lançar-vos um desafio...tentem lê-los em voz alta respeitando a pontuação e fazendo jus às ilustrações que acompanham o texto. Acreditem que se vão divertir imenso e ainda vão divertir o público que escolherem para esse momento.
Dr.Seuss é sem dúvida um dos grandes nomes desta área e por mais anos que passem continuará a ser um nome de referência que encanta pequenos e graúdos com as suas ilustrações simples, histórias ritmadas e lições entrelaçadas.

Muito obrigada à BookSmile por ter proporcionado este momento e à minha prima por ser o meu público (bastante díficil de agradar)desde que nasceu!


Peço desculpa pela extensão do post, mas tinha mesmo de ser.

Espero que tenham gostado!!!


Beijinhos e boas leituras!!

P.s: fico à espera da vossa opinião:
- Gostam deste género de posts?
- Acham interessante?
- Querem ver mais publicações do género?

Opinião/Review - Okashi Connection

Boa tarde Novelitos!!

Hoje venho dar-vos a conhecer mais uma caixinha de subscrição proveniente do Japão.

À semelhança de outras caixas já apresentadas aqui no blogue, a Okashi Connection, apresenta 3 modalidades de subscrição. A ninja box (mais pequena) composta por 5-7 itens, a Samurai box (média) composta por 9-13 itens e por fim a Sumo box (maior) composta por 14-18 itens e penso que a única que traz DIY kits.Gostava só de salientar que a Ninja box é completamente independente, ao contrário de outras caixas de subscrição, na Okashi Connection os produtos da caixa mais pequena apenas estão presentes nessa mesma caixa, a média e grande complementam-se e o que estiver na média vem na grande, ou seja, quem comprar a caixa grande apenas terá acesso aos produtos da média mais os respectivos da caixa de maior conteúdo. Os portes de envio são grátis para todo o mundo e a vossa subscrição pode ser cancelada em qualquer momento, esta empresa oferece ainda a hipótese de adquirir uma caixa sem compromisso de subscrição, podendo o comprador optar pela opção de "Comprar apenas uma vez", o que para quem quiser experimentar poderá ser uma boa decisão. 

Para review foi-me enviada uma caixa média (Samurai Box) correspondente ao mês de janeiro, no entanto, para quem não conhecer a empresa e a quantidade de cada caixa, facilmente seria confundida com a caixa maior dada a quantidade de produtos que contém.


Como podem ver traz mesmo imensa coisa e alguns produtos vêm quase repetidos, houve pelo menos um que trouxe 4 pacotinhos em vez de apenas 1 e outro que enviaram 2 sabores em vez de 1. Isto prova que a empresa se preocupa em proporcionar aos seus clientes e subscritores uma experiência completa de degustação dos vários produtos e sabores que têm para oferecer. O folheto no entanto é bastante simples, necessitava talvez de um jeitinho para se tornar mais apelativo ao comprador.
Escusado será dizer que houve quem não quisesse partilhar os docinhos e snacks com mais ninguém... Ora reparem bem como até ela sabia que o conteúdo ia ser bom :)


Bem, sem mais demoras passemos ao conteúdo do caixinha detalhadamente:

1. Wata - Pachi



Este produto tem a consistência do algodão doce e traz alguns estalidos no seu interior. Quando se coloca na boca desfaz-se completamente, mas senão estivermos a contar e colocarmos uma grande quantidade dentro da nossa boca vamos acabar a sentir aqueles estalidos que sentíamos quando comprávamos aqueles chupas "Crazy dips" que mergulhávamos numa espécie de açúcar super ácido que fazia a nossa língua saltar. Tem sabor a uva e é bastante doce. Creio que foi dos produtos que mais gostamos, não pelo sabor propriamente dito, mas pelas reacções que foi provocando a quem provou e não contava, aliás, tenho a dizer-vos que um dos meus primos ficou mega fã, nunca tinha provado nada parecido e não conseguia parar de comer.

2. Ottotto Consomme



Antes de falar do snack podemos só olhar para a fofura desta embalagem? Podemos? Ok, é super apelativa e devo até dizer-vos que inicialmente em enganou, pensei que eram aquelas bolachas de manteiga que havia quando era mais nova.


Quando abrimos a caixa, encontrámos dois pacotes, ou seja, traz bastante produto. No topo da caixa encontrámos as formas que podemos encontrar. No caso desta caixinha, podíamos encontrar animais e veículos. Eu queria mostrar-vos melhor alguns que adorei, como o helicóptero, mas foi um bocadinho impossível fotografar tendo em conta que a minha cadela saltava e roubava os salgadinhos.


Como podem observar são salgadinhos bastante pequenitos e têm um sabor salgado com um ligeiro gostinho a salsa, são semelhantes àquelas bolachas maria mini de água e sal que temos cá, só que neste caso temos algumas ervas aromáticas à mistura. São bons, mas não conseguia comer muitos de seguida, apesar de aparentar ser um snack viciante pelo tamanho e sabor, não me convenceu ao ponto de comer a saqueta toda como faria se fossem batatas fritas.

3. Kanpai Ramune



Bem, eu não sabia (fui ler o folheto), mas "Kanpai" significa cheers, ou seja, quem vir isto sem saber o que é pode facilmente pensar que se trata de alguma coisa relacionada com cerveja. Só pela forma da embalagem podemos ser realmente enganados, pensei que ia ser alguma coisa para colocar dentro de água, algo efervescente, mas afinal não se tratava de nada relacionado com cerveja nem para dissolver.


Como podem verificar trata-se de uma espécie de rebuçado com sabor a limão ( pois Ana, verde só podia ser limão, maçã ou pêra, andas mesmo a dormir). Estes rebuçados criaram uma discussão entre os provadores, estávamos com opiniões divididas. Dois de nós adoraram, dois de nós esperavam mais. Escusado será dizer que fiquei no 2º grupo. Não achei mau, mas também não adorei. Estes rebuçados são farinhentos, não sei se estão familiarizados com este termo, mas cá em Braga usa-se muito, quer dizer que se desfazem e ficam com uma consistência semelhante à farinha quando entram em contacto com a saliva. Sinceramente nem diria que saberia a limão, pareceu-me mais aqueles comprimidos que às vezes tomamos para a dor de garganta e que sabem a qualquer coisa que não é o sabor que vem na caixa. Consegui tolerar um, não voltei a provar. Por outro lado, os outros dois comeram quase todo o conteúdo. São gostos e não se discutem.

4. BBQ Scone



Quem já me segue há algum tempo e viu as minhas reviews anteriores sobre outras caixinhas já viu uma embalagem parecida com esta. Quando vi isto, fiquei histérica, adoro batatas fritas e estava com grandes expectativas em relação a estas porque adorei as da outra caixa (sabiam a feijão preto, mas eram deliciosas). Quando vejo produtos desta marca ficou logo entusiasmada e quando vi que o sabor era a BBQ (molho de churrasco) esqueçam, flipei completamente e só queria provar.


Como podem ver são exactamente iguais às outras no que toca à forma e cor, mas o sabor...digo-vos  é estupidamente bom e viciante. Foi o produto que toda a gente gostou e não parava de comer. São estaladiças, sabem mesmo ao molho de BBQ e assemelham-se muito aos Cheetos quer na forma, quer no sabor intenso e viciante característico deles. Recomendo, se vos recomendava as de feijão preto, estás nem se fala. Se encontrarem e tiverem a hipótese de provar, agarrem-nas e não as deixem fugir a menos que seja para o vosso paladar e posterior estômago! Sem dúvida o melhor produto da caixa!

5. Kaaru Stick Cheese



Tirando eu e a minha prima, ninguém gostava de queijo, no entanto, toda a gente se aventurou nesta degustação. Nunca tinha provado nada do género e estava muito curiosa quanto ao sabor que um snack de queijo poderia ter.


Quando se abriu a embalagem saiu logo aquele cheiro intenso a queijo que afastou toda a mesa, escusado será dizer que só pegamos num dos palitos e dividimos pelos 4. Posso dizer-vos que não gostei nada, o sabor era completamente intolerável. Sabem aqueles queijos franceses muito malcheirosos? Pronto, isto cheira e sabe exatamente a isso. Era um sabor tão intenso que dissipou tudo o que já tínhamos provado anteriormente e tornou-se um pouco desagradável. Não me interpretem mal, eu gosto de queijo, sempre gostei, mas este produto é intragável. Não gostei, não recomendo e não se comeu mais disto cá por casa portanto dá para ver que foi o produto que menos gostámos em toda a caixa.


6. Pierre Ojisan No Rollcake



Este produto foi um dos que veio em duplicado e com 2 sabores diferentes. São aquelas tortas com recheio semelhantes às da Dancake. Os recheios destas duas eram de morango e buttercream ( creme de manteiga). Devo dizer-vos que o recheio de morango é mesmo bom, o bolo é esponjoso e realmente levezinho, pode-se comer em qualquer lugar e serve para andar na mala o que é ótimo. A torta com recheio de buttercream pecou simplesmente por saber demasiado a manteiga, não sei, mas acho que o recheio atribuiu uma consistência mais gordurosa do que devia. Nota 10 para o rolinho de recheio a morango e nota 4 para o recheio de buttercream.

7. Giant Caplico Z



Sim, é mesmo o que parece! No Japão criaram um doce que se assemelha em forma e sabor aos gelados que habitualmente só se devem (podem) comer no verão. Com o intuito de permitir saborear estas tentações em qualquer clima, apareceu o Caplico Z.


Como podem saber é mesmo igual ao Cornetto de chocolate, em forma, tamanho e sabor. A diferença entre isto e um gelado normal é que este é composto por um topo de chocolate com bolhinhas (como o milka bubbly, mas sem caramelo) que se desfaz na boca e deixa mesmo aquele gostinho a chocolate de leite e por um cone de baunilha que trincando as duas partes ao mesmo tempo confere ao doce o verdadeiro sabor a cornetto de chocolate. É tão, mas tão bom que é difícil parar de comer e até quem não gostava de chocolate o aprovou. Este produto foi o 2º mais apreciado da caixa e defende honrosamente o seu lugar porque além de bom é um substituto fiel do gelado.

8. Chou Himo Q Gummi



Este produto é uma goma gigantesca com sabor a refrigerante. Tem duas cores (laranja e azul) que se encontram no meio do comprimento da goma. Tem uma consistência estranha, não é bem aquela goma que estamos habituados a encontrar nos supermercados, é mole e bastante fininha. Peca por ficar presa aos dentes e só saber mesmo a açúcar. Come-se, mas não foi dos meus favoritos.

9. Shimi Corn Choco



Mais um produtinho que veio não em duplicado, mas em quadruplicado!! Sim, se fosse uma porcaria bem que estava tramada que não saberia o que fazer a tanta coisa. A embalagem é super fofinha, adorei que apresentassem uma mascote que serve de inspiração à forma dos doces que encontrámos no interior.


 Eu não sei bem como classificar este produto, não são bem bolachas, mas também não considero cereais. No folheto diz que são de milho, mas não senti nenhum sabor a milho, são uma espécie de bolachas cobertas com chocolate. São muito boas, viciantes e têm um sabor bem balanceado entre o salgado e o doce.  Pode dizer-se que não fiquei chateada por receber a mais, são mesmo boas!


Novelitos se quiserem saber mais sobre esta caixinha de subscrição ou adquiri-la por favor dirijam-se ao site da Okashi Connection (cliquem aqui no nome ou no logótipo que apresento em baixo) e desfrutem também desta experiência deliciosa! Muito obrigada à okashi por esta oportunidade!




Qualquer informação que vos possa dar, por favor deixem o vosso comentário.

Espero que tenha gostado!!

Beijinhos e boas aventuras doceiras*